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Cristina Ranzolin recebe título de Cidadã Honorária de Soledade

A Câmara de Vereadores de Soledade realizou, na noite desta sexta-feira, 24/04, no Clube Comercial, a sessão solene de entrega do título de Cidadã Honorária à jornalista Cristina Borges Ranzolin Falcão. A honraria, considerada a mais elevada concedida pelo município, foi aprovada por unanimidade pelos parlamentares, a partir de proposição do vereador Edivaldo da Silva dos Santos.

Durante a cerimônia, foi destacada a trajetória profissional da homenageada e os vínculos familiares e afetivos com o município. Filha do jornalista Armindo Antônio Ranzolin e de Yara Borges Ranzolin, soledadense de origem, Cristina mantém ligação com Soledade desde a infância, período em que conviveu com familiares na cidade.

Ao comentar a homenagem, o presidente do Legislativo destacou que o reconhecimento reflete a relação construída ao longo dos anos. “É uma homenagem merecida, uma mulher que sempre falou muito bem de Soledade, que tem carinho enorme por essa terra e raízes aqui no município”, afirmou, ao mencionar a ligação da jornalista com a cidade.

Com formação em Jornalismo e Publicidade pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Cristina iniciou a carreira na RBS TV em 1988, atuando como repórter esportiva. Ao longo dos anos, integrou programas como Campo e Lavoura, Bom Dia Rio Grande e Rede Regional de Notícias, além de ter atuado na Rede Globo, no Rio de Janeiro, onde participou da apresentação do Jornal da Globo e do Jornal Hoje.

Desde 1996, é apresentadora do Jornal do Almoço, consolidando sua atuação no jornalismo gaúcho. Ao longo da carreira, também participou do rodízio de apresentadores do Jornal Nacional, ampliando sua presença em rede nacional.

Cristina Ranzolin afirmou que recebeu o título com emoção e destacou a relação construída com o município ao longo da vida. “Eu sempre entro em Soledade com aquele arrepio, porque tenho aqui as melhores lembranças da minha infância. Aqui estão minhas raízes, minha família, minhas memórias mais afetivas”, disse.

Ao relembrar a convivência com familiares, a jornalista citou a presença marcante dos avós em sua formação e na construção desse vínculo com a cidade. “Eu passei muitos momentos aqui com meus avós, vivendo coisas simples, mas que ficaram para sempre comigo. Soledade representa muito essa base familiar, esse acolhimento”, afirmou.

A jornalista ressaltou ainda que a homenagem tem um significado que vai além da sua trajetória profissional. “Receber esse título é algo muito especial, porque reconhece não só a minha caminhada no jornalismo, mas também a história da minha família aqui. É como se tudo isso fosse valorizado junto”, declarou.

Ela também mencionou o sentimento de pertencimento ao município. “Eu já me sentia soledadense, mas agora posso dizer que sou, pelo menos de forma honorária. Isso me enche de orgulho e reforça ainda mais essa ligação que sempre existiu”, concluiu.