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Artigo – Alfabetização no ensino fundamental: dificuldades de aprendizagem

* Por Ana Carla dos Santos

1 INTRODUÇÃO

Este trabalho consiste num relato de experiência de estágio em uma escola Municipal da rede pública do município de Barros Cassal/RS, realizado a partir da proposta do curso de pós- graduação em Psicopedagogia Institucional da faculdade Uniasselvi – Centro Universitário Leonardo da Vinci.

O presente trabalho justifica-se pela importância atribuída ao estágio, pois possibilita ao profissional um novo olhar ao problema apresentado, ofertando novas idéias que ajudaram na solução nas falhas do processo ensino. A referida pesquisa tem como título “A Alfabetização no Ensino Fundamental: Dificuldades de aprendizagem” teve como objetivo identificar as possíveis causas que impedem o sucesso da aprendizagem do aluno.

A Psicopedagogia acredita que a aprendizagem garantirá o espaço do sujeito, pois favorecerá a aquisição de conhecimentos, procedimentos e atitudes conforme os interesses e necessidades atuais. O estágio Psicopedagogico realizou-se na Escola Municipal de Educação Paulo Schneider, localizada no Bairro Santo Antonio, Rua Boa Vista numero 288 no município de Barros Cassal/RS sob a Direção de Maria Isolete Borges Correia e vice direção de Luciana Carvalho. A escola atende o número de 17 alunos nos turnos manha e tarde com nível de series iniciais a ensino fundamental.

A escola funciona em um prédio de alvenaria disponibilizado pela prefeitura municipal, localizada em um terreno de 300metros quadrados possui duas salas de aula uma secretaria, recepção e quatro salas para cada atendimento pedagógico, psicológico, fonoaudióloga e psicopedagogia as salas possui ar condicionado dois banheiros e refeitório cozinha, um pátio para as atividades ao ar livre.

Essa escola foi fundada em 13 de fevereiro de 2001, ganhando o nome de Escola Municipal de Educação Paulo Schneider, antes de ser registrada escola já existia essa era um Centro de Atendimento de Necessidades Especiais Paulo Schneider (CANEPS), e as regras eram criadas com a ajuda dos próprios pais de alguns alunos e tinha direção, uma professora que só desenvolvia oficinas com as crianças com alguma deficiência que freqüentava. Hoje registrada como escola municipal ela tem como filosofia: Proporcionar a socialização do indivíduo com necessidade especial e o desenvolvimento de suas capacidades físicas, sociais e culturais.

2 A INTERVENÇÃO PSICOPEDAGÓGICA

A pesquisa teve início no segundo semestre do ano de 2017, no período 11a 20 de setembro teve como objeto de estudo uma criança do sexo masculino, cursando o 3º ano do ensino fundamental, aqui denominado T.B, que nesta época não se encontrava alfabetizado, as expectativas em relação a sua aprendizagem não eram boas, seguindo queixas feitas pela mãe e confirmadas pela professora titular, apontados como dificuldade na leitura e na escrita.

Para Weiss, (2000, p.17) “o diagnostico psicopedagogico possibilita a compreensão da forma individual do aprender, ou seja, da singularidade do sujeito”. A autora ressalta a importância da intervenção psicopedagogica ocorre a partir das características da criança.

Segundo a professora que é formada em Pedagogia e Psicopedagogia Carla Maria Lazzareti as perspectivas em relação a aprendizagem de T.B eram preocupante, pois o aluno “não aprendia”, após ter realizado o contato com os envolvidos ( pais, aluno e professor) parti para o estudo de caso levantando algumas hipóteses tanto externas quanto internas envolvendo a problemática.

Na entrevista com a mãe ela relata que o filho nasceu de parto normal, sem maiores complicações, sendo, portanto uma criança saudável, desenvolvendo- se normalmente, porém, só veio a descobrir sobre a saúde do filho a partir de seus seis anos de idade quando teve uma convulsão e foi diagnosticada pelo medico (CID. F 90) Sempre foi uma criança calma, alegre e extrovertida, mas a mãe declara também sua insatisfação quanto a aprendizagem do filho, diz “que ele está desmotivado sem interesse pela escola”, também disse que ajuda ele nas tarefas escolares e percebe que ele possui grande chances de progredir nos estudos.

A equipe diretiva, com base no PPP procura assessorar a professora em seu trabalho buscando integração com a família, realizando trabalhos coletivos.

Diante dos relatos obtidos constatamos que a intervenção Psicopedagoga deverá ocorrer a partir do conhecimento do aluno do conhecimento do aluno, e busca o apoio junto a família para a elaboração de uma proposta de ação eficaz e produtiva.

Na concepção de Wygostsky (1993, p.27) “a aprendizagem é o processo pelo qual o indivíduo adquire informações, habilidades, atitudes e valores a partir do seu contato com a realidade, com o meio e com as pessoas”. Para ele a idéia de aprendizado inclui a interdependência dos indivíduos envolvidos no processo, isto e, a relação entre aquele que aprende e aquele que ensina. O aprendizado ocorre sempre na interação social, ou seja, o envolvimento de professor/ aluno e vice versa assim dando um resultado positivo no processo ensino – aprendizagem.

2.1 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA

APRENDIZAGEM ESCOLAR

Considerando que a aprendizagem é algo essencialmente humano e que o conhecimento é peculiar de cada indivíduo, torna-se necessário compreender como se processa a aquisição do conhecimento no processo ensino- aprendizagem, precisamos desenvolver no aluno algumas habilidades ou potencial neste aluno.

Segundo Bossa (2000, p. 37) “o desejo de aprender reside no inconsciente e é claro é fruto da história de cada sujeito e das relações que ele consegue estabelecer com o conhecimento ao longo da vida”. Aprender é uma habilidade de todo ser vivo.

Quando esse processo não ocorre o aprendiz pode ter com ele uma ou mais dificuldades de aprendizagem. Diante disso pode – se dizer que o ato de aprender perpassa a existência de todos os seres vivos. E neste contexto que surge a importância da intervenção psicopedagógica para amenizar ou solucionar as dificuldades de aprendizagem que frequentemente aparecem no ambiente escolar, causando nas crianças grandes transtornos, na sua escolaridade que agravam ainda mais sua condição de “não aprender”.

Para Wygostsky (1993, p.53) a aprendizagem se dá pela mediação entre o homem e o mundo, logo o conteúdo e o mediador entre o eu e o mundo. E necessário que haja uma ação integradora entre o indivíduo e o seu meio, pois o produto aprendizagem é o frito dessa intervenção.

A aprendizagem visa utilizar o potencial humano adaptativo, utilizando para isso todos os recursos, seja internos ou externos. Isso acontece quando variáveis neurológicas, sócios culturais e psicoemocionais estão em equilíbrio, pois a aprendizagem normal é satisfatória exige condições desses aspectos. Para construir aprendizagem, é necessário levar em conta o contexto e as características individuais, além de criar condições para investir na diversidade (e não na uniformidade), no protagonismo, na construção conjunta de conhecimento ( e não na repetição). Criar condições para aprendizagem é base para desenvolver um vínculo com o conhecimento. Para ensinar e para aprender é necessário ter com quem conversar, refletir, analisar é também fundamental ter vivencia constante de aprendizagem, formação na área especifica e confiança de que algo a ensinar que seja relevante para a vida do educador e do conjunto da sociedade; portanto é preciso estudar, planejar, preparar, tornar significativo. É necessário também avaliar sistematicamente o processo educativo. Para poder redirecionar o que está sendo feito e criar novas oportunidades de aprendizagem.

O conhecimento não é cópia nem apropriação de algo que está fora de nós, mas uma construção Solé (1998,p.87), cabe ao professor, com visão psicopedagogica, ser um investigador dos processos de aprendizagem dos alunos. É importante que se tenha claro como o conhecimento se constrói, para que a forma de ensinar seja respeitosa e eficaz do ponto de vista da psicopedagoga.

A alfabetização, construção da leitura e da escrita, é uma das etapas que contribui para a evolução intelectual do aluno, e é um processo continuo que ocorre de forma gradativa, não basta apenas codificar e decodificar, o aluno precisa interpretar compreender e assimilar o conteúdo para que efetivamente ocorra o ensino e a aprendizagem da leitura escrita.

Zilberman (2003, p.16) discute que “a sala de aula é um espaço privilegiado para o desenvolvimento pela leitura (…). Então o educador deve adotar uma postura criativa que estimule o desenvolvimento integral do aluno”. Sendo assim é preciso que o professor seja dinâmico em suas aulas despertando o gosto e o prazer das crianças pelo habito da leitura, o ideal e que o professor em seu trabalho pedagógico envolva atividades lúdicas de leitura e escrita, busque meios e estratégias de maneiras eficientes de se trabalhar com seus alunos para que possam ter um melhor desenvolvimento na sua aprendizagem.

O processo de alfabetização acontece de forma sistemática ordenada e progressiva iniciando com o desenvolvimento de suas habilidades e da consciência fonológica até chegar à leitura e escrita de pequenos textos até a construção de seus próprios textos. Nesse processo de alfabetização o aluno faz tentativas de leituras e escritas com a ajuda de um material, praticando e vivenciando tudo com a mediação do professor. Paulo Freire (2003, p.17) tinha como convicção “alfabetizar significa adquirir língua escrita através de um processo de construção do conhecimento dentro de um contexto discursivo de interlocução e interação, com uma visão crítica da realidade”.

Weiss apud Grassi, a psicopedagogia procura, por meio de suas atuações melhorarem a relação do sujeito com a aprendizagem e também o processo de construção das aprendizagens, tanto dos alunos quanto dos educadores. Em Weiss (2000, p.131) “a interação do educador no processo de aprendizagem, não como ensinante apenas, mas como aprendente. Para ele tanto aprendente como ensinante estão envolvidos nesse processo”.

2.2 COLETA DOS DADOS E INTERPRETAÇÃO

O presente trabalho teve como objetivo principal investigar as dificuldades de aprendizagem e buscar novas estratégias de ensino através do estudo de caso com o aluno T.B e suas interações sociais entre família e escola. A metodologia teve abordagem qualitativa.

ENTREVISTA:

Aluno: T.B tem 11 anos de idade 3º ano possui problema intelectual com CID. F 90, apresenta dificuldade no aprender, pois não consegue com barulho nem muitas conversas.
Mãe: tem 29 anos de idade, trabalho de secretária no posto de saúde, tem o ensino médio manifesta preocupação com o aprendizado do filho.

Professora: Ela tem 44 anos de idade tem 22 anos de profissão e há 16 anos que trabalha nesta escola, possui titulação em pedagogia e psicopedagogia e demonstra preocupação com o rendimento escolar do aluno.

Na entrevista com a professora ela relatou que o aluno não aprendia devido à gravidade de sua limitação intelectual e o uso continuo de Ritalina 10mg, “não aprende nada do que é ensinado na sala de aula, parece ter aprendido, mas no dia seguinte ele já não lembra mais”. A professora deixou claro que às vezes não sabe o que vai fazer para solucionar o problema, as dificuldades na alfabetização, pois hoje ele está bem está contente amanha ele não quer nada com nada só caminha quer estar lá fora não consegue se concentrar parece sempre ter algo que o incomoda disse ainda ter utilizado de varias técnicas mas ele leva tudo na brincadeira e essas técnicas e recursos disponíveis a ele, não mostram progresso algum.

Dificuldades de aprendizagem é uma condição bastante abrangente que se manifesta sobre tudo pelo fracasso escolar. Está condição tem um lugar muito amplo de causa nas suas formas evolutivas está inteiramente relacionado com o sistema familiar, educacional e terapêutico, no qual o sujeito está inserido.

Weiss apud Grassi, a psicologia procura, meio de sua atuação melhorar a relação do sujeito com a aprendizagem e também o processo de construção das aprendizagens, tanto do aluno quanto dos educadores. É importante que se tenha claro como a aprendizagem se processa e como o conhecimento se constrói, para que a forma de ensinar seja respeitosa e eficaz.

Trabalhar com o uso de material concreto história, fichas, objetos, gravuras, recortes entre outros tudo ajuda no desenvolvimento da aprendizagem também explora a oralidade. A família deve estar sempre presente para um melhor desenvolvimento da criança. Assim como nos mostra Fernandes (2001, p.33) “a importância da família que por sua vez também é responsável pela aprendizagem da criança, já que aos pais são os primeiros educadores e os mesmos determinam alguma modalidade de aprendizagem dos filhos”. Ofertar atividades de reforço (horário inverso) trabalhar o processo da construção do saber ortográfico fortalecendo o desenvolvimento da leitura e da escrita.

2.3 REGISTROS DAS INTERVENÇÕES PSICOPEDAGÓGICAS

Após ter realizado a observação, ter feito o conhecimento de todos os envolvidos tanto na escola quanto no cotidiano do aluno T.B e elaborado a proposta de intervenção descrevo a ação psicopedagogica.

2.3.1 Intervenção 1

• Objetivos: Desenvolver a sociabilidade do grupo, assim como estimular o interesse do aluno nas praticas do professor.

• Desenvolvimento da intervenção: Hora literária, com um baú com vários livros e com diferentes gêneros literários, o aluno vai pegar, visualizar as diferentes formas de escritas logo em seguida ele mesmo produz a sua própria história.

• Recursos: Baú com vários livros.

• Inserção de fotos: O aluno T.B mostrou-se muito interessado com a diversidade de livros, formas, cores tiveram dificuldade em juntar as silabas, mas soletrava as letras até conseguir formar a palavra e assim formou a leitura das palavras sucessivamente a leitura de uma historia, em seguida falava palavras relacionadas a história a mesma era escrita depois feito recortes de jornal para montar a palavra, montamos grupos com as palavras que começavam com a mesma letra, com as que tinham o mesmo numero de letras e assim concluímos uma aula maravilhosa, percebi que o aluno encontrava-se no nível silábico, neste nível a criança atenta para os aspectos sonoros das palavras e começa fazer ligações entre a grafia e a silaba.

Segundo Solé, a alfabetização é: o domínio da linguagem falada da leitura e da escrita. Uma pessoa alfabetizada tem a capacidade de ler e escrever com outra pessoa e a consecução da alfabetização implica a fala, ler de forma competente (1998, p.50). De acordo com a autora ser alfabetizado e ter domínio de três competências, “falar, ler e escrever” para uma comunicação fluente. No conceito de alfabetização da autora percebe-se que apenas ler não implica estar alfabetizado.

Neste dia tiveram a aula de Educação Física com uma professora que vai duas vezes por semana fazer um trabalho diferente com eles com as atividades recreativas no pátio com todos os alunos da escola.

2.3.2 Intervenção 2

• Objetivos: Desenvolver a concentração, memorização e raciocínio.

• Desenvolvimento da intervenção: Voltado para a leitura e escrita, assistir um vídeo, O Patinho Feio, na seguencia uma musica cantada “Três Patinhos”, cantando batendo palmas. Depois uma caixa de segredo contendo dentro dela palavras relacionadas ao filme, o objetos relacionados a música para identificação dos mesmos.

• Recursos: DVD, CD com musica e uma caixa surpresa.

• Inserção dos fatos: Em uma cartolina realizou a reprodução das palavras juntamente com o material antes trabalhado (palavras e objetos) logo em seguida fez a copia das palavras e ilustrou as mesmas.

Nesta aula T.B mostrou-se interessado, porém um pouco ansioso, inseguro, com medo de errar, mas conseguiu realizar todas as atividades lendo as palavras e identificando objetos, foi um progresso e uma grande satisfação.No meu ponto de vista a oferta de diferentes recursos visuais fez com que o aluno tivesse interesse pela leitura, dando-lhe novas possibilidades de aprendizagem. Após o intervalo todos os alunos foram fazer um passeio na praça central da cidade com o intuito de observar o espaço de lazer como também dar continuidade na aula, escrevendo nomes e palavras de tudo o que lhe chama-se a atenção, essa aula foi muito produtiva, mas a vontade de fazer tudo rápido para brincar falou mais alto.

Cabe ao professor a tarefa de apresentar diversidades nas atividades propostas para que consiga cativar o interesse do aluno assim ampliando suas capacidades comunicativas, levando para o mundo da leitura e escrita uma compreensão que possa aprimorar dela com autonomia.

2.4 APROXIMAÇÕES DIAGNÓSTICAS

Diante do estudo realizado a respeito das dificuldades de aprendizagem, através das práticas psicopedagogicas ofertadas ao aluno, evidenciou que é necessário acreditar no potencial da criança, ficou evidente que a criança é capaz de ler e escrever mesmo quando ainda não sabe, pois o ato de ler e escrever se faz constante em nossas vidas, desde que começamos compreender o mundo que nos cerca. Pois o aluno que é capaz de ler e interpretar a leitura de forma eficaz e produtiva, em vinculo ás prática e estratégia, também com diferentes recursos didáticos e técnicas metodológicas, sempre trabalhando com os mais variados gêneros literários, teatros, tradução e recriação de textos.

Terá sempre como perspectiva de interação socializadora a oralidade e o dialogo como forma de aprendizado mediada pela leitura.

Por esse motivo, notamos que é função primordial essencial da escola o ensinar a ler como também ampliar o domínio da leitura e orientar por meio dos professores a escolha dos matérias de leitura. Cabe-se formalmente a escola, desenvolver na criança as relações entre leitura e escrita em todos os momentos de suas vidas para assim alcançar o objetivo almejado que será o desenvolvimento do ensino-aprendizagem.

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Temos a expectativa de que as intervenções realizadas proporcionam o sucesso do aluno no desenvolvimento da aprendizagem, acreditamos no potencial dele, como um fator facilitador da aprendizagem. A intervenção almeja desenvolver as capacidades do aluno bem como eliminar ou diminuir obstáculos e dificuldades propostas à aquisição do conhecimento; Enfim prepara-o para o aprender – aprender.

O psicopedagogo assume o papel relevante na abordagem e resolução dos problemas de aprendizagem e não procura culpados. De acordo com Bossa (200, p.14) “É comum na literatura os professores serem acusados de si isentarem de sua culpa e responsabilizar o aluno ou a sua família pelos problemas de aprendizagem”, mas a um processo a ser visto, as vezes os métodos de ensino precisam ser mudados o afeto, o amor, a atenção, pois influenciam o processo. Lidar com as crianças com os familiares e com professores, levando em conta os aspectos sociais, culturais econômicos e psicológicos, contribuindo assim para o processo ensino-aprendizagem.

A escola possui uma tarefa especifica de refletir e compreender modos de ver o mundo para que as novas gerações possam situar-se e tornar-se parte dele. Ela pode e deve fazer pelo educando o que talvez nenhuma outra instituição possa fazer por ele, que é apresentá-lo aos modos de mesmo que provisoriamente, representa e compreende o mundo.

O finalizar deixo a todas as pessoas envolvidas a educação essa mensagem: ”tudo é possível quando se trabalha em equipe”, mais educar vai além de transmitir conhecimentos pois a vida fica através das gerações transformando-se num ato de amor.

4 REFERÊNCIAS

BOSSA, Nadia A. A Psicopedagogia no Brasil: Contribuições a partir da prática. Porto Alegre, Artes Médicas, 2000.

FERNANDES, Alicia. Os idiomas do apredente. Porto Alegre: Artmed, 1999.

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia, Ed. São Paulo – Paz e Terra, 2003

P.C.N. apresentação dos temas transversais. Ética/Ministério da Educação. Secretaria da Educação. Fund.-3 ed. – Brasília: Secretária, 2001. Volume 08.

PIAGET, Jean. A Psicologia da criança. São Paulo: DIFEL, 1982.

WIGOTSKY, L.S. A Formação Social da Mente. São Paulo: Martins Fontes, 1993.

WEISS. M.L. Psicopedagogia Clinica: Porto Alegre: Artimed, 2006.

SOLÉ I. Orientação Educacional e Intervenção Psicopedagogia. Porto Alegre: Artimed, 1998.

ZILBERMAN, Regina. A Literatura Infantil na Escola. 11 ed. São Paulo i Global, 2003.