Por Eliziane Brandaliza
1 Introdução
A inclusão escolar é um princípio norteador essencial em sociedades contemporâneas comprometidas com a equidade e justiça social. No contexto da educação infantil, onde as bases do desenvolvimento humano são construídas, a inclusão ganha ainda mais relevância ao garantir que todas as crianças, independentemente de suas condições físicas, intelectuais ou sociais, tenham acesso igualitário a um ambiente de aprendizado que respeite suas singularidades. Essa etapa educacional, que compreende os primeiros anos de vida, é fundamental para o desenvolvimento de habilidades cognitivas, sociais e emocionais, constituindo-se como uma oportunidade única para promover a inclusão e combater desigualdades que podem impactar toda uma trajetória escolar.
A relevância da inclusão na primeira infância vai além do campo educacional. Esse processo reflete um compromisso ético e político com os direitos das crianças, em consonância com legislações nacionais e internacionais, como a Declaração Universal dos Direitos Humanos e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A inclusão escolar na educação infantil também ressoa com os princípios estabelecidos pela Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), que assegura direito universal à educação sem discriminação. Esse contexto torna evidente que a construção de ambientes escolares acolhedores, acessíveis e inclusivos deve ser uma prioridade no desenvolvimento de políticas públicas e práticas pedagógicas. Além disso, a inclusão escolar impacta significativamente no desenvolvimento das crianças, proporcionando oportunidades de socialização, aprendizado e respeito à diversidade desde os primeiros anos de vida.
Diante disso, o presente texto tem como objetivo explorar o tema da inclusão escolar na primeira infância, com foco em estratégias que favoreçam uma educação infantil mais equitativa. Busca-se responder como as práticas pedagógicas e as políticas públicas podem contribuir para a superação de barreiras e para a construção de espaços verdadeiramente inclusivos. Este trabalho também investiga os desafios relacionados à formação de educadores, adaptação de materiais e infraestrutura das escolas, além da importância do envolvimento das famílias no processo inclusivo.
Metodologicamente, o desenvolvimento do tema baseia-se na revisão de literatura de autores que tratam da inclusão educacional na infância, abrangendo dimensões como formação docente, práticas pedagógicas e políticas públicas. Entre os autores consultados, destacam-se Lemes (2024), que aborda estratégias para inclusão de crianças com TEA; Gama et al. (2025), que discutem práticas de ensino para crianças com TDAH; e Borges et al. (2024), que analisam os limites das políticas públicas de inclusão. Estudos adicionais, como o de Nascimento (2023), contemplam a importância de adaptar os espaços escolares às necessidades das crianças, enquanto Almeida et al. (2023) enfatizam o brincar como ferramenta central para a promoção de interações inclusivas.
O trabalho está estruturado em três partes principais. Inicialmente, são debatidas as estratégias educacionais eficazes para a inclusão de crianças com deficiências e necessidades educacionais específicas, analisando práticas pedagógicas, uso de tecnologias e adaptações curriculares. Essa seção aborda as contribuições de autores como Lemes (2024) e Nascimento (2023), destacando o papel da personalização do ensino como elemento-chave para o sucesso escolar dessas crianças. A integração dessas práticas no dia a dia da educação infantil é explorada como forma de garantir um aprendizado mais inclusivo e equitativo.
A segunda parte se aprofunda nas políticas públicas que têm sido implementadas no Brasil para fomentar a inclusão na educação infantil. São avaliados avanços e limitações das legislações existentes, destacando o quanto ainda é necessário investir em recursos e formação profissional. Os autores Borges et al. (2024) e Bruno e Nozu (2019) oferecem reflexões fundamentais sobre como superar as fragilidades da aplicação das políticas de inclusão, apontando caminhos possíveis para tornar essas diretrizes realmente efetivas no ambiente escolar.
A terceira parte do trabalho foca na articulação entre a escola e a comunidade, evidenciando a importância da colaboração entre professores, famílias e outros agentes educacionais no processo de inclusão. A interação social, especialmente no contexto do brincar, é examinada como um método que favorece a formação de vínculos significativos entre crianças com diferentes habilidades e condições, conforme discutido por Almeida et al. (2023). Nessa perspectiva, a escola é vista como um espaço de aprendizagem e convivência inspirador, que reflete e respeita a diversidade.
É importante destacar que, embora a inclusão escolar na educação infantil enfrente diversos desafios, também existem inúmeras oportunidades para promover transformações significativas. A formação de professores aparece como um dos elementos centrais desse processo, já que profissionais bem-preparados têm maior probabilidade de desenvolver práticas pedagógicas eficazes e de criar ambientes inclusivos. Nesse sentido, Pachevitch, Lima e Martiníak (2022) reforçam a necessidade de uma preparação docente não apenas teórica, mas também prática, que contemple experiências reais de trabalho com a inclusão.
Ao final, é feita uma síntese das ações necessárias para consolidar a inclusão na educação infantil, salientando que o sucesso desse empreendimento depende de esforços coletivos e contínuos. É fundamental que as escolas contem com recursos adequados, políticas públicas bem estruturadas e equipes pedagógicas capacitadas e sensibilizadas para atuar com a diversidade. Além disso, o envolvimento das famílias e da comunidade em geral é essencial para consolidar práticas inclusivas que beneficiem tanto as crianças com deficiências quanto seus colegas.
Portanto, este trabalho busca contribuir para a reflexão sobre os caminhos e desafios da inclusão escolar na primeira infância, destacando que a educação inclusiva não é um privilégio, mas um direito fundamental de toda criança. A construção de uma educação infantil mais equitativa exige um olhar atento às necessidades individuais, mas também um compromisso com a coletividade e a equidade. Ao promover ambientes educativos verdadeiramente acolhedores, estamos contribuindo para o desenvolvimento de uma sociedade mais justa, diversa e humana.
2 Inclusão Escolar na Primeira Infância: Estratégias e Desafios para uma Educação Equitativa
A inclusão escolar na primeira infância é um tema crucial no contexto educacional, demandando estratégias abrangentes que assegurem a equidade no acesso à educação para todas as crianças, independentemente de suas condições ou necessidades especiais. Dentre as abordagens discutidas por Lemes (2024), destaca-se a ênfase na utilização de tecnologias assistivas, práticas pedagógicas flexíveis e o fortalecimento da formação contínua de professores para atender crianças com Transtornos do Espectro Autista (TEA). Para os educadores, é essencial compreender as peculiaridades de cada aluno, buscando formas de adaptar o currículo e o ambiente escolar para que a inclusão aconteça de forma efetiva. Esses elementos não só promovem o aprendizado acadêmico, mas também auxiliam no desenvolvimento emocional e social das crianças com TEA, permitindo que elas participem ativamente em igualdade com seus colegas.
Outro aspecto relevante é a inclusão de crianças com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), analisada por Gama et al. (2025). Os autores defendem a implementação de estratégias pedagógicas que utilizem a experimentação e atividades práticas no ensino de ciências, o que engaja os alunos e reduz a dispersão causada por dificuldades de atenção. A proposta de utilizar métodos mais dinâmicos e interativos no ensino não apenas auxilia no manejo das dificuldades comportamentais, mas também contribui para a criação de um ambiente escolar mais inclusivo e estimulante. Além disso, essas práticas potencializam o aprendizado por meio de experiências que conectam as crianças ao mundo ao seu redor, valorizando suas capacidades individuais e promovendo um sentimento de pertencimento no ambiente escolar.
Por outro lado, Borges et al. (2024) apontam limitações e desafios impostos pelas políticas públicas que, muitas vezes, se mostram insuficientes para efetivar ambientes educacionais verdadeiramente inclusivos. Segundo os autores, essas políticas são frequentemente direcionadas de forma genérica, sem considerar as realidades específicas das escolas e a diversidade do público-alvo. Isso ressalta a importância de se ir além de medidas formais, como legislações e diretrizes, e priorizar o suporte prático às escolas e aos educadores para que consigam implementar mudanças reais no ambiente escolar. O desafio, portanto, não reside apenas na criação de leis inclusivas, mas também em garantir que elas sejam aplicadas de forma efetiva e sustentada, promovendo resultados concretos para as crianças na educação infantil.
Nascimento (2023), ao analisar a educação especial na perspectiva inclusiva, reforça a necessidade de reconhecer a individualidade de cada criança e adaptar o ambiente escolar para atender adequadamente suas necessidades. Segundo a autora, o trabalho pedagógico na educação infantil deve ir muito além do cumprimento de normas e diretrizes. Ele precisa se basear em práticas efetivas que assegurem a participação ativa de cada aluno no processo de aprendizado, independentemente de suas limitações. Isso inclui desde a adaptação dos materiais didáticos até a criação de metodologias de ensino mais abrangentes que respeitem diferentes ritmos e formas de aprendizado. Dessa forma, a inclusão não é apenas uma meta a ser cumprida, mas um compromisso ético com o desenvolvimento integral de todas as crianças.
Quando se aborda a formação dos professores, Pachevitch, Lima e Martiníak (2022) trazem contribuições importantes sobre o preparo inicial para lidar com a diversidade nas salas de aula inclusivas. Segundo os autores, a formação inicial muitas vezes não contempla de forma aprofundada as realidades do ambiente inclusivo, deixando os professores despreparados para atuar em contextos diversificados. Assim, o preparo docente deve ir além das abordagens teóricas tradicionais, abrangendo práticas pedagógicas específicas e reais que permitam aos professores experienciar e encontrar soluções para os desafios em ambientes inclusivos. O investimento em uma formação adequada é essencial para garantir que os profissionais estejam capacitados para lidar com as demandas do ensino inclusivo, promovendo o sucesso escolar das crianças de diferentes origens e condições.
A inclusão por meio da interação do brincar é central nas reflexões de Almeida, Luz e Silva (2023). As autoras destacam que o brincar não é apenas uma ferramenta recreativa, mas uma potente estratégia pedagógica capaz de integrar crianças com diferentes níveis de desenvolvimento e condições de saúde. Por meio da socialização proporcionada pelas brincadeiras, as crianças aprendem a respeitar diferenças, compartilhar experiências e construir vínculos que vão além das barreiras físicas ou cognitivas. Estratégias como a criação de espaços acessíveis e atividades que promovam a interação cooperativa são eficazes para estimular a inclusão desde a primeira infância. Além disso, o brincar também funciona como uma forma de terapia, promovendo o bem-estar emocional e a integração mais natural no ambiente escolar.
Bruno e Nozu (2019), ao analisarem as políticas de inclusão na educação infantil, enfatizam a importância de se avaliar continuamente os avanços, limites e desafios relacionados às medidas inclusivas. Apesar dos avanços em termos de reconhecimento legal e teórico da inclusão como um direito fundamental, os autores destacam que sua implementação prática muitas vezes esbarra em restrições orçamentárias, falta de recursos humanos capacitados e estruturas escolares inadequadas. Esse cenário evidencia a necessidade de um esforço conjunto entre gestores públicos, escola e comunidade para superar as limitações que ainda persistem na construção de uma educação equitativa. É somente por meio desse esforço colaborativo que será possível transformar a inclusão de uma meta distante em uma realidade tangível.
Pereira e Matsukura (2012) exploram um estudo de caso sobre a inclusão na educação infantil, trazendo à tona percepções e experiências de educadores que atuam diretamente em contextos inclusivos. Segundo os autores, muitos professores apontam que a falta de recursos pedagógicos adaptados e suporte técnico especializado dificulta a implementação de práticas inclusivas eficazes. Além disso, o estudo destacou a necessidade de maior integração entre família, escola e redes de apoio para que as crianças com deficiência se sintam plenamente acolhidas. Essas percepções reforçam que a inclusão não é um processo limitado ao espaço escolar, mas um esforço coletivo que depende de múltiplos agentes trabalhando em conjunto.
Estratégias envolvendo atividades práticas e dinâmicas, como brincadeiras coletivas e a organização de espaços acessíveis, são práticas defendidas por Lemes (2024) como fundamentais para estimular interações positivas no ambiente escolar. Essas atividades permitem que as crianças com diferentes habilidades interajam entre si de forma espontânea, promovendo uma inclusão que não se limita apenas ao aprendizado, mas também ao fortalecimento das competências sociais. Além disso, ao criar ambientes acolhedores, as escolas se tornam não apenas espaços de ensino, mas também de convivência, fortalecendo laços de empatia e respeito entre as crianças. Lemes argumenta que a inclusão precisa ir além do currículo, transformando a escola em um espaço de experiências que valorizem a diversidade humana.
Almeida et al. (2023) complementam essa perspectiva ao argumentar que as estratégias de inclusão na educação infantil devem se fundamentar em ações conjuntas e integradas entre educadores, famílias e crianças. Para os autores, é preciso criar uma cultura de inclusão que envolva todos os agentes do processo educacional, garantindo um ambiente seguro e acolhedor. Além disso, a construção de vínculos entre as partes promove a confiança necessária para que as famílias se sintam parte ativa e colaborativa na educação de seus filhos. Segundo os autores, é somente por meio de parcerias efetivas que será possível superar os desafios estruturais e garantir o sucesso pleno de uma educação mais justa e inclusiva.
Além disso, Gama et al. (2025) reforçam que a utilização de estratégias diferenciadas no ensino de ciências, como atividades práticas e exploratórias, contribui significativamente para estimular o protagonismo de crianças com TDAH. As práticas defendidas pelos autores são desenhadas para envolver os alunos de maneira ativa, desafiando-os a usar suas habilidades em um contexto dinâmico e significativo. Isso não apenas melhora o aprendizado de conteúdos acadêmicos, mas também promove o desenvolvimento das habilidades sociais, facilitando a integração dessas crianças ao ambiente escolar. A inclusão torna-se, assim, mais do que uma adaptação estrutural, mas uma reformulação pedagógica que visa valorizar as potencialidades de cada aluno.
Borges et al. (2024) argumentam que, apesar das dificuldades enfrentadas na implantação de práticas inclusivas, a inclusão escolar na primeira infância é uma missão indispensável para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária. Os autores destacam que a transformação dos ambientes escolares requer não apenas um investimento político, mas também um comprometimento contínuo por parte das instituições escolares. Isso inclui a adoção de práticas inovadoras, formação continuada de professores e o fortalecimento do diálogo com a comunidade escolar. Somente por meio dessa transformação integral será possível garantir que todas as crianças tenham acesso a uma educação verdadeiramente inclusiva, que as prepare para uma participação ativa e plena na sociedade.
3 Considerações Finais
A inclusão escolar na primeira infância é um tema de extrema relevância e complexidade, que exige esforços contínuos de diversos atores sociais para se tornar uma realidade efetiva. Este trabalho alcançou seus objetivos ao explorar, por meio de uma revisão de literatura, as estratégias pedagógicas, os desafios enfrentados e o papel das políticas públicas na promoção de uma educação infantil mais equitativa. As análises permitiram identificar que, apesar dos avanços legislativos e das iniciativas existentes, ainda há um caminho longo a ser percorrido para garantir um ambiente escolar verdadeiramente inclusivo, especialmente em relação à capacitação docente, à adaptação dos espaços escolares e ao fortalecimento das interações entre escola e família.
Ao destacar práticas pedagógicas adaptativas, a importância das políticas públicas e o papel do brincar como ferramenta inclusiva, consolidou-se a ideia de que a inclusão não é apenas uma prática educativa, mas um princípio ético indispensável para uma sociedade mais justa. Assim, este trabalho reforça que a inclusão escolar é um processo dinâmico, que exige esforço coletivo e comprometimento contínuo por parte de todos os envolvidos na educação infantil. Garantir a equidade educacional desde os primeiros anos de vida não é apenas um direito fundamental das crianças, mas também uma oportunidade de transformar a realidade educacional em um cenário mais acolhedor e democrático.
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