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Artigo: Super-heróis, super-humanos na arte de ensinar

* Adriana Prates da Costa

RESUMO

Objetivo: O presente trabalho tem por objetivo mostrar a importância dos Super-heróis e Super-humanos e suas diferenças. Com o intuito de proporcionar ao aluno o desenvolvimento de um pensar abstrato e concreto, o real e o imaginário, a partir do pré num processo contínuo nas séries seguintes até o 3° ano do ensino fundamental. Para o desenvolvimento deste artigo, primeiramente foram caracterizados e conceituados o tema Super-herói, Super-humanos na arte de ensinar, apresentando um breve histórico sobre o assunto e posteriormente abordado o real fundamento, os poderes dos Humanos, conceituando-o e definindo seus principais poderes e valores. A metodologia utilizada durante as pesquisas foi o método da revisão bibliográfica, tendo como base pesquisas bibliográficas, sites na internet e artigos, onde foi elaborado um comparativo entre os super-heróis da ficção e os super-heróis da realidade, atingindo desta forma o objetivo fim do trabalho, apresentado na conclusão. Neste trabalho destaca-se o valor que as profissões e todos os seres humanos em geral, todos os seres vivos têm, visando desta forma sua imagem na sociedade e no mundo, tanto na valorização na profissão, quanto no reconhecimento de seu trabalho.

Introdução

O presente versa analisar a influência dos Super-heróis, Super-humanos na arte de ensinar, a escolha desse tema deve-se a importância da discussão sobre os heróis. Toda criança tem seus heróis e super-heróis imaginários. Sabemos também que desde muito cedo as crianças tem como seus primeiros super-heróis os pais, pois querem imitar e sonham ser tal e qual seus pais. São defensores do bem tanto no mundo real como no mundo da fantasia, de fato os super-heróis contribuem muito para o imaginário infantil.

A metodologia tem como pesquisa a bibliográfica desenvolvida com base em material constituído de livros, artigos, observações, entrevistas e revistas.

Tendo em vista a importância dos super-heróis para a formação da personalidade da criança e o seu grande interesse por eles, é relevante trabalhar essas duas dimensões de super-heróis, os da vida real e seus super-heróis imaginários, assim como seus respectivos poderes no imaginário, e valores no mundo real.

O objetivo geral deste trabalho é de fazer com que a criança refletir quem são os super-heróis imaginários e os super-heróis da vida real, evidenciando o valor dos seres humanos na sociedade. O vinculo associando crianças aos super-heróis é cada vez mais perceptível nos dias atuais onde a mídia tem papel importante neste processo de mostrar vários estilos de super-heróis e seus poderes. Além dos heróis conhecidos pelas crianças, outro fator para a personalidade de cada um é a abordagem da criação de super-heróis imaginários, criados pelas próprias crianças.

O estudo visa o interesse no processo da imaginação da criança, bem como as influências ocorridas. Apesar de que sobre a temática a literatura disponível se mostra insuficiente. Mas os questionamentos sobre a construção da personalidade de cada criança através da visão de seus super-heróis fictícios e reais é de extrema importância. Tendo assim em vista que os super-heróis tanto da ficção, imaginários, quanto os da vida real inspiram muito, ajudando no desenvolvimento da coragem, garra, persistência e o principal a praticar boas ações, pensando no bem e no melhor para as pessoas, animais e o mundo em geral.

Nesse contexto, sabemos que desde pequenos as crianças têm os super-heróis presentes em suas vidas. Elas possuem desde cedo o seu super-herói favorito, aquele que gostariam de ser, possuir aqueles super poderes. Além desses super-heróis do mundo da ficção que aparecem na televisão e são bem conhecidos, existem também alguns não são muito conhecidos pela maioria das pessoas que são os super-heróis da vida real, que salvam vidas, que ajudam aos outros, ariscando suas próprias vidas para proteger os demais. E tem os imaginários, onde cada criança no seu mundo imaginário cria seu super-amigo, onde brincam, conversam e vivem diversas aventuras imaginárias.

A mídia, os heróis e os super-heróis

Com a tecnologia nos dias atuais é perceptível analisar que cada vez mais cedo as crianças têm acesso a esse meio de comunicação e juntamente com isso a idolatria por super-heróis vistos em desenhos, filmes e em tudo que a tecnologia oferece, enfim, a mídia é uma grande fonte de entretenimento, tanto para jovens, adultos e idosos, mas principalmente para as crianças. Os filmes de super-heróis ficam famosos rapidamente, caem no gosto do público pela facilidade do entendimento da história.

Outra questão é que normalmente as pessoas preferem o bem vencendo o mal, por mais que todos saibam que é óbvio que em todo final da história o mocinho vence o vilão, que o bem combate o mal, que os super-heróis é que se dão bem no final, apesar de ser tão previsível. Filmes fictícios são um meio de fugir da realidade, de viajar em um mundo mágico e escolher ser um super-herói e pensar em como ter seus poderes seria magnífico.

“As representações sociais se modificam ou se atualizam dentro de relações de comunicações diferentes. Dessa forma, a média, integrada por um grupo de especialistas formadores e sobretudo difusores de representações sociais, é responsável pela estruturação de sistemas de comunicação que visam comunicar, difundir ou propagar determinadas representações” (ALEXANDRE, 2001, p. 123).

A mídia e a comunicação alimentam o imaginário, mostram à adultos e crianças um mundo mágico, onde no fim tudo se resolve, onde pessoas normais, acabam tendo poderes extraordinários e ao aguçar isso é possível ver que todos que vêem filmes de super-heróis, já quis ser algum desses heróis ou simplesmente ter os mesmos poderes ou até mesmo imaginar poderes aleatórios e como sua vida seria fascinante, é automático, todas as faixas etárias já vivenciaram essa emoção.

[…] a educação precisa incorporar mais as dinâmicas participativas como as de autoconhecimento (trazer assuntos próximos à vida dos alunos), as de cooperação (trabalhos de grupo, de criação grupal) e as de comunicação (como o teatro ou a produção de um vídeo). E alertar os professores para um aspecto crucial no relacionamento com as novas gerações: as tecnologias são cada vez mais multimídia, multi-sensoriais. As gerações atuais precisam mais do que antes do toque, da muleta audiovisual, do andaime sensorial. É um ponto de partida, uma condição de identificação, de sintonização para evoluir, aprofundar. Percebi que, para galgar novos patamares de conhecimento nesse percurso precisaria proceder de forma mais sistemática para acompanhar o processo e obter feedback do alcance dos objetivos. Ou seja, estava diante de uma necessidade de investigação e deveria, para tanto, buscar uma metodologia adequada. (COELHO, 2008, p. 4).

A mídia tem se tornado uma das principais ferramentas que mostram os super-heróis que as crianças tanto adoram. Bem como a mídia raramente mostra os heróis da vida real, aquelas pessoas que passam grande parte do seu dia salvando outras vidas, são super-pessoas que passam desaparecidas, com roupas simples de trabalho, mas que são de extrema importância e mesmo assim não desmerecem os do mundo fictício.

[…] as mídias apresentam-se, pedagogicamente, sob três formas: como conteúdo escolar integrante das várias disciplinas do currículo, portanto, portadoras de informação, idéias, emoções, valores; como competências e atitudes profissionais; e como meios tecnológicos de comunicação humana (visuais, cênicos, verbais, sonoros, audiovisuais) dirigida para ensinar a pensar, ensinar a aprender a aprender, implicando, portanto, efeitos didáticos como: desenvolvimento de pensamento autônomo, estratégias cognitivas, autonomia para organizar e dirigir seu próprio processo de aprendizagem, facilidade de análise e resolução de problemas, etc. (LIBÂNEO, 2003, p. 70).

A influência que os super-heróis têm na infância de uma criança é enorme, pois quando isso acontece suas ações são de imitar no seu dia-a-dia o que o seu super-herói faz e por vezes até se prolonga na vida adulta, pois os super-heróis passam a ser fonte de imitação imaginária e passa a ser autor de outras características tal como bondade, boas ações, percebendo que não são somente de poderem que os heróis vivem, mas tem a questão real.

Desde nossa infância até a idade adulta, os super-heróis podem nos lembrar da importância da autodisciplina, do auto sacrifício e de nos devotarmos algo bom, nobre e importante. Eles podem ampliar nossos horizontes mentais e apoiar nossa determinação moral, enquanto nos entretêm. Não precisamos dizer que os quadrinhos de super-heróis tem a intenção de ser instrutivos ou de natureza moralista. […] Os super-heróis mostram-nos que os perigosos podem ser enfrentados e vencidos. Eles exibem o poder do caráter e da coragem acima da adversidade. E assim, até quando lidam com nossos medos, os super-heróis podem ser Inspiradores. (PAIVA apud LOEB, MORRIS, 2005, p. 28).

A influência que as informações do mundo externo trazem para que cada indivíduo tenha sua formação conceitual é de extrema importância, além do que outros indivíduos servem de admiração, os quais são chamados de heróis. Neste sentido, os super-heróis têm uma influência enorme no desenvolvimento das crianças, bem como no decorrer da sua infância, até mesmo na personalidade, trazendo do mundo imaginário para o mundo real.

O faz-de-conta e sua importância

A função de brincar é a principal característica do faz-de-conta, onde crianças acabam entrando no mundo adulto, tomando controle das brincadeiras, brincando de mamãe e papai, imitando animais, inventando várias situações, fazendo assim fluir sua liberdade, pode criar e recriar.

Brincar é uma das atividades fundamentais para o desenvolvimento da identidade e da autonomia. O fato de as crianças, desde muito cedo poder se comunicar por meio de gestos, sons e mais tarde representar determinado papel na brincadeira faz com que ela desenvolva sua imaginação. Nas brincadeiras as crianças podem desenvolver algumas capacidades importantes, tais como a atenção, a imitação, a memória, a imaginação. (BRASIL, 1998, v. 2, p. 22).

O faz-de-conta é uma das atividades lúdicas mais importantes no desenvolvimento e autonomia das crianças, onde possuem oportunidade de se expressar, de aprender, pois na própria brincadeira a criança estará desenvolvendo sua criatividade, imaginação, aprendendo a ter controle de seus medos e anseios.

Neste tipo de brincadeira a criança traduz o mundo dos adultos para a dimensão de suas possibilidades e necessidades, as crianças precisam vivenciar suas ideias em nível simbólico, para poderem compreender seu significado na vida real. (Cunha, 2007, p. 23)

Na brincadeira, é comum que criança faça representações de papéis, tais como imitando a mãe limpando a casa, o pai consertando alguma coisa, até mesmo quando maiores adoram imitar a professora dando aula, tudo isso através de observações e assim ajudando na construção de sua vida social. Apesar de ser uma brincadeira, tem grande influência na identidade e também nos aspectos afetivo, social, motor e cognitivo, trazendo assim novos significados.

Com o aparecimento da linguagem, as condutas são profundamente modificadas no aspecto afetivo e no intelectual. Além de todas as ações reais ou materiais que é capaz de efetuar, como no curso do período precedente, a criança torna-se, graças à linguagem, capaz de reconstruir suas ações passadas sob forma de narrativas, e de antecipar suas ações futuras pela representação verbal (Piaget, 2003, p. 24)

É perceptível que crianças busquem em outras pessoas ou até mesmo em objetos e os transformam no seu mundo imaginário a realização de suas vontades e desejos, através de imitações e experimentações. E também que as crianças busquem em seu super-herói favorito auxílio para a sua construção social.

Papel dos pais, adultos e professores no papel do imaginário infantil

Um adulto é de extrema importância para que crianças observem, analisem e façam disso uma brincadeira do seu mundo imaginário, por mais simples que a ação possa ser, mas há um sentido em tudo. Através do brincar a criança pode se expressar, desabafar suas emoções e principalmente demonstra o modo como vê o mundo e as pessoas que as cercam. Nesta questão o faz-de-conta, o imaginário é visto de uma maneira diferente por cada criança, por isso é necessário que pais, adultos e professores observem as crianças em todos os momentos seja na escola, em casa ou em qualquer lugar, principalmente quando estão perto de brinquedos ou então nas brincadeiras, atitudes e na experiência que a criança traz a partir disto. É necessário que as crianças tenham espaços adaptados, brincadeiras, brinquedos, através de projetos e atividades, com objetivos que proporcionem um bom desenvolvimento infantil. Com isso, é possível que a criança busque mostrar suas necessidades, medos e emoção, através dão uso imaginário.

O pensamento da criança evolui a partir de suas ações, razão pela qual as atividades são tão importantes para o desenvolvimento do pensamento infantil. Mesmo que conheça determinados objetos ou que já tenha vivido determinas situações, a compreensão das experiências fica mais clara quando as representa em seu faz-de-conta. Neste tipo de brincadeira tem também a oportunidade de expressar e elaborar, de forma simbólica, desejos, conflitos e frustrações (Cunha, 2007, p. 23).

Os pais, adultos e professores ao ajudar na construção do conhecimento das crianças com brincadeiras, são participantes e até mesmo mediadores nessa construção, auxiliando na criação de atividades lúdicas, onde há a interação entre adultos e crianças. Só que os adultos só conseguem se entrarem no mundo mágico das crianças, onde tudo é possível e entrar no linguajar e mundo imaginário é fascinante, até mesmo quando se trata de se tornar um super herói ou tiver super poderes, ou até mesmo de dar poderes inimagináveis a qualquer pessoa a sua volta ou objeto.

Observando as brincadeiras que as crianças realizam, vamos notar seu desenvolvimento e as mudanças em seus interesses e nos padrões de seu relacionamento social. Tal observação ajuda bastante no trabalho com uma criança pequena. Quando propomos apenas aulas dirigidas ou programas prontos, estamos desconsiderando o desenvolvimento que observamos a partir das atividades espontâneas da criança através das brincadeiras (Chiaradia, 2010, p. 13).

É importante a construção afetiva no contexto da brincadeira, fazendo assim que a criança expresse suas ideias, sempre tendo atenção no jeito de cada criança, como ela brinca e como ela busca o entendimento desse universo mágico, seja em qualquer local, escola, casa rua ou qualquer outro lugar.

Material e Métodos

A pesquisa foi feita a partir de questionamentos enquanto acadêmica nas aulas, bem como os estágios, observações e o Trabalho de Conclusão de Curso I na Escola Municipal de Ensino Infantil Mônica, com a turma do Pré A.

Resultados e Discussão

O primeiro passo foi selecionar fontes de onde foram buscadas as informações para compreender os objetivos propostos pela pesquisa bibliográfica. Logo após foi feito o estudo de cada uma destas fontes e o registro dos elementos julgados apropriados. Os dados apontados no estudo feito foram analisados de forma qualitativa e organizados em eixos julgados importantes para a compreensão do objetivo proposto.

Conclusões

O presente estudo se configurou numa pesquisa bibliográfica que teve como objetivo refletir sobre quem são os super-heróis na vida real e imaginaria, focalizando a formação da subjetividade e da sensibilidade a partir da reflexão sobre um conceito formador de nossa sociabilidade: a representação do herói, segundo alguns autores, algumas fontes e opiniões de professores no decorrer do curso bem como indagação como professora em Escola de Ensino Infantil e também na realização de estágio anteriores, bem como suas atividades.

Por tudo que foi mencionado anteriormente, concluo que a mídia e a tecnologia instigam o mundo imaginário das crianças. Bem como o auxílio de adultos, que as ajudem a criar o faz-de-conta, o mundo imaginário. Mas além de tudo isso, a visão que as crianças têm de seus super-heróis favoritos, auxiliam nesse benefício do mundo imaginário, bem como quando retratamos que pessoas normais do dia-a-dia também são consideradas heroínas, por suas atitudes, carinho e cuidado.

Segundo autores a observação no comportamento das crianças através de brincadeiras, de faz-de-conta ou até mesmo na imitação é algo a ser analisado individualmente. Cada criança é singular, bem como suas atitudes e fascínio por meios reais ou fictícios.

Referências Bibliográficas

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