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Flávio Bolsonaro vence no Rio Grande do Sul com 57,84% dos votos, mas Lula amplia votação em mais de 529 mil votos

Flávio Bolsonaro (PL) venceu o segundo turno da eleição presidencial no Rio Grande do Sul, neste domingo (25), com 3.874.378 votos, correspondentes a 57,84% dos votos válidos. Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito presidente da República, recebeu 2.824.552 votos, equivalente a 42,16%, conforme os dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Com 100% das 27.547 seções eleitorais totalizadas no estado, a diferença entre os dois candidatos foi de 1.049.826 votos, confirmando a maior votação de Flávio Bolsonaro entre os eleitores gaúchos.

Na comparação com o primeiro turno, realizado em 4 de outubro, os dois candidatos ampliaram suas votações. Flávio Bolsonaro passou de 3.573.783 para 3.874.378 votos, um crescimento de 300.595. Já Lula, que havia recebido 2.294.759 votos na primeira etapa, alcançou 2.824.552 no segundo turno, registrando um aumento de 529.793 votos.

Em termos percentuais, Flávio Bolsonaro passou de 55,64% para 57,84% dos votos válidos, enquanto Lula ampliou sua participação de 35,73% para 42,16%. Os demais candidatos à Presidência haviam somado 554.504 votos no primeiro turno no Rio Grande do Sul.

Outro dado registrado foi o aumento da participação dos eleitores. Conforme o TSE, 6.889.638 gaúchos compareceram às urnas neste domingo, contra 6.702.903 no primeiro turno, representando um crescimento de 186.735 votantes.

A abstenção também apresentou redução, passando de 1.819.642 eleitores (21,35%) para 1.632.680 (19,16%), uma queda de 186.962 pessoas e de 2,19 pontos percentuais entre as duas votações.

Os votos brancos diminuíram de 148.339 para 89.463, enquanto os nulos passaram de 131.518 para 101.245. No segundo turno, foram contabilizados 6.698.930 votos válidos, entre os 8.522.318 eleitores aptos a votar no estado.

Embora Flávio Bolsonaro tenha obtido a maioria dos votos no Rio Grande do Sul, o resultado nacional foi favorável a Lula, que garantiu a reeleição para mais quatro anos à frente da Presidência da República, a partir de janeiro de 2027.